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Fundação

Construímos e sustentamos software corporativo.

Engenharia sob medida e produto próprio como software que sustenta a operação com o tempo.

Quatro tempos do mesmo trabalho.

  • Consultoriaantes

    Desenhar antes de construir. Inclusive o que não se deve construir.

  • Desenvolvimentodurante

    Construir o que foi desenhado, em entregas que funcionam.

  • Sustentaçãodepois

    Manter de pé, contra um ambiente que se move.

  • Análiseciclo

    Ler o que o sistema devolve em operação, e propor o ajuste.

E entre um projeto e outro: nem toda decisão de tecnologia vira projeto: escolher fornecedor, decidir entre construir e comprar, ler a arquitetura que outro desenhou. Essas também são trabalho nosso, inclusive quando o sistema não é.

Método

Como construímos.

Cinco regras anteriores ao projeto. Não mudam com o porte do cliente, com o prazo, nem com quem escreveu o código antes.

  • A decisão fica registrada

    Por que a arquitetura é essa, o que foi descartado, em que data. O custo de um sistema não é escrevê-lo: é mexer nele dois anos depois, quando ninguém lembra por quê.

    O registro de uma decisão existe, ou não existe.

  • A máquina é ferramenta

    Usamos as ferramentas de hoje, inclusive as que aprendem. Elas aceleram o trabalho e não decidem arquitetura, não escolhem tecnologia, não assinam entrega.

    Em cada etapa, responde um nome.

  • Nenhuma porta trancada

    Documentação completa, padrão aberto, dados que saem inteiros. Trocar de fornecedor não pode custar refazer o que já foi pago.

    Saída que depende de negociação não é saída.

  • Quem constrói, mantém

    Software parado não fica parado, apodrece. Quem atende o chamado é quem escreveu o sistema, não um time que nunca o viu por dentro.

    Sustentação tem dono e prazo.

  • Falha silenciosa é o pior defeito

    Falha barulhenta é problema. Silenciosa segue produzindo efeito enquanto ninguém vê. O que construímos registra o próprio funcionamento.

    A origem de um erro se localiza, não se deduz.

Quem assina.

Antes da primeira linha de código, existe decisão e direção técnica.

  • Fulano de Tal

    Arquitetura e decisão técnica

    Engenheiro de software, 14 anos. Construiu o sistema de faturamento da [Empresa A], usado por 400 operadores em três estados. Antes, sete anos na [Empresa B], os últimos três como arquiteto.

  • Beltrano de Tal

    Sustentação e relação com o cliente

    Onze anos em integração de sistemas e operação. Manteve em pé a plataforma de [algo] de uma operadora com 2 mil funcionários durante a migração para nuvem.

  • Sicrano de Tal

    Produto e engenharia de dados

    Doze anos entre dados e integração. Reconstruiu a base de faturamento de uma distribuidora com 1,2 milhão de clientes sem interromper a operação.

Mais [N] pessoas entre desenvolvimento e sustentação.

Onde paramos.

  • Não vendemos o que ainda não existe.

    O que ainda está em desenvolvimento é apresentado como tal.

  • Não construímos o que não vai se pagar.

    Diagnóstico que reprova o próprio projeto é entregue do mesmo jeito.

  • Não entregamos sistema que só o especialista entende.

    Quem opera precisa compreender o que o sistema faz.

  • Não aceitamos prazo que só fecha com atalho.

    Prazo curto se resolve com escopo menor, não com dívida que o cliente paga depois.

O trabalho não termina na entrega.

ola@miracron.ai
Miracron Sistemas · Brasília, DFCNPJ XX.XXX.XXX/XXXX-XX